Então sempre limitados estamos, é esta a conclusão que eu tiro. Não falo do bloqueio mental quando nossos lábios travam perante a uma declaração, ou da escravidão à megera da preguiça quando desejamos realizar algo de importância em nossa vida. Falo da limitação que a própria vida nos impõe, aquela que nos impede de ter saído de casa e conhecido o homem da sua vida naquela festa, em que ficara estudando a noite inteira. Falo da limitação que a natureza colocou em nossas vidas, a mesma limitação que impede um casal de mulheres apaixonadas de terem um filho, é diferente da limitação da sociedade, que não oficializa o amor em cartório das mesmas.
Essa limitação cruel da natureza, do acaso e do destino, é o que eu tenho sentido mais raiva nos últimos meses, senão a vida inteira. Porque mesmo sabendo que ela não te impedirá de ser feliz, estará atrasando a sua vida, e impedindo que você adicione boas histórias, na sua caixinha de lembranças boas e aventuras.
É triste quando você vê uma oportunidade, mas você é limitado pelo cosmos a viver intensamente, mesmo feliz.
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
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Cabana de Madeira (parcialmente inativo)
Nossas mentes são tão profundas, que apenas os sonhos podem resgatá-las.
"Como dizia sempre a minha mãe, para conhecermos realmente uma pessoa, temos que saber de que ela tem raiva"
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Alguém me disse que:
"Se acordármos todas as manhãs, e dármos um sorriso, o resto do dia será como aquele momento"
"Se acordármos todas as manhãs, e dármos um sorriso, o resto do dia será como aquele momento"


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